Seguindo caminhos estrelados... buscando palavras aladas...

Eu queria fugir!...
...pra bem longe. Hoje eu quero fugir.

O vento na cara, a estrada que só tem o infinito no pára-brisa...Não!
..não pára a brisa, não...
Deixa ela me levar, junto com o Zepelin
...me levar como leva a poeira, a poesia, o som... Como leva a chuva...
...e também como traz ela de volta.
Nada de bagagem, vou deixar tudo é bagunçado mesmo! Eu vou!

A sujeira, a cama, as idéias vão ficar debaixo do lençol porque agora o mundo vai me abraçar.

Lá vai ela...
a brisa, a maré, a chuva... todos têm um caminho.
Esse é o meu caminho!

O meu caminho, os meus passos, o infinito todo na mesma linha
cortando o horizonte fitando as cores
os raios de sol das tardes de outubro...

Nada... Nunca mais vai ser igual...

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