No tinto labirinto do sonhar
devaneios que não passam de ilusão
intenso amor
vida longa,
semente pura que germina
no utópico mar,
plantada na imensidão.
Entre as linhas de nossas mão humanas
mundanas esperanças de plantar
o que o humano coração há de lançar
na fogueira da solidão.
Eis-nos aqui
crepitanto desejos
ardentes anseios
e após, saciados, envenenados de si
deixamos matar a semente
pois o mundano humano prefere a dor latente
do que esperar o broto florir...
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