quantos prantos em fios escorrendo,
dos simplórios inocentes ainda cairão
em nome de um deus, da fé cega que amola a ponta da lança,
mortal?
quantos tremores diante de injustiças ainda acordarão meus músculos
impotentes em face de tanta barbaridade?
quanto tempo vai [per]durar?
os jornais mancham minhas mãos de sangue,
inundam nossas esperanças das mesmas más notícias...
ainda existe esperança pra essa vida falida?
será se ainda?!
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