abriste meus olhos
era abril pleno
De minha janela
o tal amor morrendo - eu via -
sumindo
evaporando
igual a água na chaleira
igual a cerveja no copo, esquentando
o tal do amor, uma ilusão de óptica
um desvairo dos sentidos
uma explicação de paz sem palavras
apenas lembranças...
fortúitas, vagas e lentas passando sempre pelo telão da memória numa sincronia imperfeita!
abriste meus olhos
e me deixaste cega...

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