as palavras se repetem nos letreiros
em mídias piscantes, no neon vermelho
idéias se confundem nos pensamentos dos profetas
na utopia dos filósofos, na filosofia dos boemios
e tudo fica livre e solto feito versos de Bandeira
tudo na realidade prossegue hasteando ilusões
causas perdidas docemente em vão
transboradante de significados vazios...





fluindo na velocidade das águas do velho Monge.
vou-me indo,
Amem

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