do doce, Julia.
Julia piscava alegria em seus olhinhos pueris, no fim da primavera. Naqueles dias a poeira caia lenta, pela amena madrugada. Ela divagava com o espelho, a imagem de si. Quem é vc, pensava. E depois escorria felicidade de seus poros, seus pelos molhados do suor misturado àquele prefume doce. Julia era uma coisa assim, doce. Um salivar constante de desejo e satistação. Gata doce, na boca da noite, na rua. Passava por entre os rapazes causando um misto de desconcerto e tesão. Julia, doce Julia....
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