sobre coisas boas que vão passando na lembrança, ele vai enchendo os papéis e a plenos pulmões canta, como um pássaro, pra o Amor e toda aquela sinergia de intenções e sensações. por instantes, sentia-se um pouco assustado diante do lado tão mais lindo das coisas, aonde o sol não queima e os corpos docemente se suportam, pensava em tentar parar o registro por causa do medo da recordação. recorda que lembranças nunca deixam feridas cicatrizarem por completo. por um momento vai pra dentro de si, procurando uma resposta, ou pelo menos um motivo, algo que o explique. segue e canta, insiste em fazer planos e calcula como colocá-los em prática...
e, por aí, papéis letras e linhas registram um breve estalo do viver.
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